02 · O desafio silencioso
Salmonelas paratíficas: o risco que não se vê.
Podem circular na produção avícola sem gerar doença visível, mas representam um risco real para a inocuidade e a cadeia alimentar.

Um inimigo adaptável.
Fazemos um corte para conhecer sua estrutura.
Um inimigo adaptável.
As Salmonelas paratíficas compreendem múltiplos sorotipos capazes de persistir, disseminar-se e desafiar os programas de controle.
Paratíficas: características-chave
- Mais de 2000 sorotiposEnteritidis, Heidelberg, Infantis, Typhimurium, etc.
- MóveisDisseminam-se facilmente dentro e fora da granja.
- Colonização intestinal e infecção sistêmicaAfetam o intestino e podem disseminar-se para o resto do organismo.
- Alojam-se nos cecos e invadem o aparelho reprodutorEscondem-se em locais-chave, dificultando sua eliminação e controle.
Zoonose
Podem transmitir-se das aves às pessoas através da cadeia alimentar.
Assim atuam na produção avícola

01
Entra pelas mucosas
95% dos patógenos entram por via mucosa: a principal porta de entrada.

02
Coloniza antes de dar sintomas
Instala-se no trato das aves antes que o problema seja visível ou mensurável.

03
Contamina o ambiente
A excreção dissemina o patógeno na granja e no produto final.

04
Amplo leque de sorotipos
Salmonelas paratíficas dos grupos B, C, D e L (ST, SH, SE, SI).
Silencioso, persistente e versátil.Um desafio que exige estratégias diferenciadas.